Proteção solar: marcas reprovadas em teste de qualidade respondem!

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A Proteste Associação de Consumidores divulgou nesta segunda, 28/11, o resultado de um teste de qualidade feito com algumas marcas de protetor solar. O levantamento aponta que cinco das empresas testadas foram reprovadas e apresentaram desempenho abaixo do esperado. Segundo a instituição, os consumidores têm pago um valor mais caro pelo Fator de Proteção Solar (FPS), porém continuam menos protegidos dos raios solares.

De acordo com a Proteste, as marcas Sundown, L’Oréal, ROCSunmax e La Roche Posay não apresentaram o fator de proteção descrito nas embalagens. O da La Roche Posay, por exemplo, tinha 42% a menos de proteção do que o indicado. Outro fator determinante para o resultado do teste foi a da proteção UVA. A legislação brasileira exige que a proteção UVA seja 1/3 da FPS, ou seja, se a FPS apresentar fator 60, a UVA deve apresentar um fator 20. O pior resultado nesse quesito ficou com a L’Oréal, que apresentou apenas 26% do FPS rotulado contra os 33% exigidos para o fator UVA.

Respostas
Em sua defesa, a L’Oréal emitiu um comunicado dizendo que “refuta, de forma absoluta, os resultados apresentados pela Proteste e desconhece os critérios utilizados na realização dos testes em protetores solares conduzidos por esta entidade. O Grupo e suas marcas La Roche-Posay e L’Oréal Paris não foram informados sobre o laboratório no qual foram feitos esses testes, tampouco as condições e os resultados detalhados dos mesmos.”

Ainda de acordo com a marca, “os testes dos produtos Anthelios XL Fluide FPS 70 (La Roche-Posay) e Solar Expertise Invisilight FPS 50 (L’Oréal Paris), que foram feitos nos laboratórios Dermscan, IEC France e Poland Dermscan, apresentam resultados absolutamente divergentes dos informados pela Proteste.”

A Johnson & Johnson Consumo, detentora das marcas Sundown e ROC, emitiu um comunicado dizendo que os produtos apresentam o fator de proteção descrito em suas embalagens e são testados e aprovados pela Anvisa.

Em virtude do resultado, a Proteste solicitou aos fabricantes dos produtos com FPS inferior que corrijam as informações em suas embalagens, além de solicitar a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) que obrigue essas marcas a fazerem um recall dos protetores.

Fonte: Revista Glamour

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